
PALAVRAS DE AMOR
As palavras de amor, trago-as comigo
São murmúrios do meu interior
Guardo-as como jóia que bendigo
Num silêncio que não é revelador!
Que dizer em voz alta, não consigo
Embarga-se-me a voz, sai um rumor…
Mas baixinho, quase sempre eu digo
Ao teu ouvido: Eu te amo, meu amor!
Como leve sussurro da minha alma,
Magia duma palavra mais calma…
Proferida no mais terno momento!
O sussurro ganha ritmo musical
Na palavra mais pura, universal
Extraída do mais nobre sentimento!
As palavras de amor, trago-as comigo
São murmúrios do meu interior
Guardo-as como jóia que bendigo
Num silêncio que não é revelador!
Que dizer em voz alta, não consigo
Embarga-se-me a voz, sai um rumor…
Mas baixinho, quase sempre eu digo
Ao teu ouvido: Eu te amo, meu amor!
Como leve sussurro da minha alma,
Magia duma palavra mais calma…
Proferida no mais terno momento!
O sussurro ganha ritmo musical
Na palavra mais pura, universal
Extraída do mais nobre sentimento!

1 comentários:
Soneto do Amor
Este infinito amor de um ano faz
Que é maior do que o tempo e do que tudo
Este amor que é real e que contudo
Eu já não cria que existisse mais.
Este amor que surgiu insuspeitado
E que dentro do drama fez-se em paz
Este amor que é túmulo onde jaz
Meu corpo para sempre sepultado.
Este amor meu é como um rio; um rio
Noturno, interminável e tardio
A deslizar macio pelo ermo...
E que em seu curso sideral me leva
Iluminado de paixão na treva
Para o espaço sem fim de um mar sem termo.
Autor: (Vinícius de Moraes)
Foi retirado pelo site:
http://www.ziipi.com/result?pesquisa=poesia+de+amor
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