segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ONDA POÉTICA

É já no próximo dia 20 de Outubro de 2009 que recomeça - O Espaço de poesia - "Onda Poética" - que estará no ar todas as terças-feiras das 18:00h às 20:00h.
Rádio Gilão, Sotavento Algarvio, "Onda Poética", com Maria José Fraqueza, Jorge Ferro Rosa, Brito Dias e Sérgio Miguel. Bastando sintonizar: 94.8 Fm/98.4Fm.
É um Espaço de Poesia, Literatura, Música e conversa com o auditório. Música, entrevistas, divulgação de poetas, músicos. Liga 281 320 240. Aguardamos por ti partir do dia 20 de Outubro próximo PS. Podes ouvir esta Emissora directamente pela Net em: http://www.radiogilao.sdv.pt/ .
Até breve!

domingo, 13 de setembro de 2009

CONVENÇÃO DO DISTRITO ELISTA SUL Nº 28

A Presidente do Elos Clube de Faro e a nova Governadora do Distrito Elista Sul, após a Convenção foi feito um intervalo, para um lanche e a reunião prosseguiu com uma tertúlia poética.


O Elos Clube de Faro, foi o clube anfitrião da Convenção do Distrito Elista Sul nº 28, que se realizou em 11 de Setembro, pelas 16:00 horas, no Hotel Faro, com a presença dos Elos Clubes de Faro, Olhão e Tavira. No decorrer dos trabalhos foi discutida a conjuntura do Elismo regional e eleita por unanimidade e aclamação, a nova Governadora Distrital, a C.E. Maria José Fraqueza, membro do Elos Clube de Faro, poetisa de mérito internacional e que muito tem contribuído para a difusão da língua e cultura portuguesa.
SER ELISTA

Ser Elista é sentir meu Portugal
A bater no meu peito, docemente
É ter no coração sempre presente
A nossa bela língua universal!

É dar-se em amizade fraternal,
Sentir dentro de nós a chama ardente
Num esvoaçar de asas, livremente
Sentir que o nosso mar é imortal!

É como sentir no peito a caravela
Que neste sonho será sempre aquela
Que me leva a transpor a maresia…

Ser Elista, afinal é tudo isto
Levar por diante a Cruz de Cristo
Na roteiro mais belo da Poesia!

domingo, 6 de setembro de 2009

MARIA JOSÉ E O FADO

LOUVO O FADO

Louvo o Fado e os fadistas
Que cantam por vocação
Louvo a Arte e os Artistas
Que cantam com o coração.

Louvo a guitarra a trinar
Louvo o belo Trovador
Louvo quem a faz vibrar
Louvo todos com Amor!

Louvo a Saudade que vibra
Nas cordas dum instrumento
Louvo o cantor que tem fibra
Quem canta com sentimento.

Louvo a pauta musical
A voz que sai da garganta
As vozes de Portugal,
O Povo que tão bem canta!

Louvo aqueles que à partida
Jamais deixam de cantar
Louvo a mensagem sentida
Que faz do Fado um altar!


Rui Tenório acompanha Maria José Fraqueza no Fado, Restaurante Adega Nunes, no sítio dos Machados, perto de S. Brás de Alportel.
Maria José Fraqueza, Jorge Ferro Rosa e Gisela Alves Sinfrónio



Maria José Fraqueza, Jorge Ferro Rosa e Margarida Neves, no Restaurante "Adega Nunes".

terça-feira, 1 de setembro de 2009

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA

Numa noite maravilhosa na Adega Nunes, em São Brás de Alportel Sitio dos Machados, aconteceu poesia, fado e acordeão ao vivo.

Maria José Fraqueza cantando o fado acompanhada por Rui Tenório.


Na foto abaixo, o Jorge Ferro Rosa com o seu acordeão ao lado das amigas Maria José Fraqueza, Gisela Sinfrónio, Margarida Neves e Marcelo.


O incansável artista Jorge Ferro Rosa que no seu acordeão, numa actuação brilhante fez vibrar a música popular algarvia.



Continuando a reportagem fotográfica feita por Jorge Ferro Rosa vamos entrar na:

CASA MUSEU DE MARIA JOSÉ FRAQUEZA

Maria José Fraqueza junto dos seus trofeús.



Um quadro poético da sua autoria - tela a óleo



Troféus conquistados pela Maria José Fraqueza, presentes no Sport Lisboa e Fuseta.



Na sua Casa Museu troféus indivduais:


Casa Museu - Estante de Livros e Colectâneas


ASPECTOS DA ENTRADA NA CASA MUSEU





NA SALINHA DE ESTAR


NA SALA DE TROFÉUS

EXPOSIÇÃO DAS MARCHAS POPULARES E TRAJES






Na minha casa museu
Há para ti um lugar
Um lugar que é também teu
Quando quiseres visitar
Um porta sempre aberta
Ao amigo de verdade
E que terá pela certa
A minha grande Amizade!
Tudo faço por amor.
Da cultura e da poesia
Onde expresso o valor
A minha alma algarvia.
Não te esqueças meu amigo
Do pedido que te faço
Porque a todos vós bendigo
Em tudo aquilo que faço.
Maria José Fraqueza
Fuseta, 1 de Setembro de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

PRÉMIO INTERNACIONAL DE POESIA

AO POETA QUE AMOU O MAR DA SUA TERRA,
TAL COMO EU AMO O MEU MAR

MAR INFINITO, este mar que me rodeia… a toda a hora me persegue

e me leva a rotas indefinidas, horizontes sem limites, porque a minha
poesia é mar, nascida nas ondas, envolta em algas verdes e redes de
corais da minha fantasia… e o sonho faz-me percorrer ao sabor das
marés, no seu vai vai-vem continuo, incessante. As ondas ninguém
as pode segurar, ninguém as detém… e eu vou com elas, por esse
mar infinito, que me abre as portas da alma...
2º PREMIO - POESIA CLÁSSICA - MEDALHA DE PRATA

ATRIBUIDO PELA ACADEMIA SANTISTA DE LETRAS

CASA DE MARTINS FONTES


SANTOS – SÃO PAULO – BRASIL


PRISIONEIRO DAS ONDAS

O mar foi o teu berço embalador
Aprisionaste as ondas uma a uma
E a poesia rendilhada de espuma
Beijando a linda pauta desse amor!

A carícia que afaga o escritor…
Nesse mar que no peito se avoluma
Tão suave, tão leve… como a pluma
Exalando o perfume duma flor!

Na barca do amor, junto ao convés…
Exalando o perfume das marés,
Erguendo o seu mais nobre pedestal

Quero louvar-te em teu aniversário
Porque do mar fizeste o relicário,
Como esse Mar Poeta és Imortal!


Maria José Fraqueza




sábado, 4 de julho de 2009

BRISAS DO SUL . NOTICIAS

CASA MUSEU DA PROFESSORA MARIA JOSÉ FRAQUEZA.
Simples, fica na Rua Teófilo Braga, na Fuzeta. É um local digno de ser visitado por se tratar de um espaço cultural onde se pode apreciar um pouco do passado artístico de uma mulher, que à cultura dedicou quase toda a sua vida.
Conheci a Maria José Fraqueza na Escola Industrial e Comercial já a fazer Teatro, a cantar o fado e as canções da época. É uma grande senhora que tinha um sonho e já o viu realizado. No imóvel onde nasceu a poetisa, ergue-se agora a casa Museu Maria José Fraqueza.
O espólio cultural que está patente na Casa Museu é de valor enorme e dele constam primeiras edições de obras da proprietária, em prosa e em verso, documentação referente a colecções de concursos literários por si realizados, poemas em caligrafia artística, pinturas a óleo, cassetes e cds de assuntos variados, mas sobretudo conteúdos das marchas populares, teatro, grupo de cantares e muitos outros trabalhos feito pela autora.
De entre os objectos mais significativos que constam na Casa Museu é da maior justiça destacar o guarda-roupa usado como madrinha das marchas populares, além de álbuns fotográficos e diplomas. De futuro, a Casa vai realizar actividades culturais, Poesia e Prosa, concursos literários, exposições, vai ter um espaço de leitura para crianças em idade escolar, indo ao encontro do espírito de cooperação da escritora.. É um espaço aberto a quem o deseje visitar, sem fins lucrativos e, enquanto vida, da responsabilidade da autora.
A Casa Museu é o local onde nasceu a autora, de construção típica algarvia com açoteia e com pequenas divisões, com clarabóia ao centro das abóbadas, um corredor lateral e duas janelas para a rua. Na sala principal estão expostos os troféus da poetisa, como diplomas de várias actividades culturais, telas da autora, exposição de medalhas e prémios diversos e uma mesa onde constam as suas obras individuais e colectivas.
No quarto onde a poetisa nasceu ainda lá está a cama do casamento da avó materna e uma tela da autoria da poetisa. Por toda a casa existem testemunhos artísticos legados pela autora, como pinturas em tela e documentos de poesia em caligrafia artística.
A maior homenagem que se pode prestar a esta escritora e mulher, é dizer que a arte nasceu com ela. Não há problemas de espécie alguma quando se lhe colocam assuntos que sejam da sua área de actuação, nomeadamente, no campo das artes.
Sempre a conheci com a mesma juventude dando tudo de si aos outros. E sempre com um sorriso de vitória, porque a Maria José Fraqueza é uma vencedora. E uma amiga também. A cultura portuguesa agradece a sua dádiva e os inúmeros prémios com que tem sido agraciada, são precioso testemunho da sua grande capacidade artística. Digamos que a Casa Museu é a criação do local ideal e justo, onde toda a sua produção artística foi exposta e pode ser apreciada por todos aqueles que se interessam pela cultura popular ou erudita.
E é por tudo aquilo que tem produzido no campo das artes, que me leva a endereçar-lhe, convictamente, os meus sinceros parabéns e pedir-lhe que continue, por favor..
Viva a arte, outra viva aos artistas e outro viva ainda à Maria José Fraqueza..

Texto de João Brito Sousa

quinta-feira, 25 de junho de 2009

MARIA JOSÉ FRAQUEZA HOMENAGEADA PELOS COSTELETAS


POEMA DEDICADO AOS COSTELETAS PELA MARIA JOSÉ FRAQUEZA
Dedicatória a todos os costeletas que ainda fazem desta geração uma geração querida
GERAÇÃO DE OURO

Ó linda geração, geração de ouro
De quantas gerações ali vividas…
Em que hoje, alguns deles são pelouro
Que enchem de saudade nossas vidas!
Lembrarei toda a vida esse tesouro…
Quantas horas por nós ali sentidas!
Que posso hoje dizer, sem desdouro
Daquelas brincadeiras, das partidas!

Horas da infância! Da mocidade…
Dos mais belos encontros na Cidade
De horizontes algo limitados…

É tão bom recordá-los nesta hora…
Tão diferente a vida de outrora!
Que nós somos eternos Namorados!

HOMENAGEADOS NA GALA ANUAL DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA
No dia 13 de Junho no Forum do Hotel D. Pedro Golf-Vilamoura, realizou-se mais uma gala anual da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira.
Com a sala cheia de associados (os famosos costeletas) vindos de todo o país foram horas de recordações, de um convívio impar onde a amizade nos fortalece, porque na verdade por aquela escola passou na verdade uma geração de ouro.
Foram homenageados os costeletas:

- Desidério Silva - Presidente da Câmara Municipal de Albufeira;
- Francisco Leal - Presidente da Câmara Municipal de Olhão;
- Maria José Fraqueza - Poeta e escritora;
- Vasco Gil Mantas - Professor na Universidade de Coimbra e cientista

Os homenageados no uso da palavra fizeram o seu agradecimento à Associação pela distinção de que foram alvos, tendo salientado os ensinamentos colhidos na sua escola que fizeram deles uma geração que preserva os valores educacionais e morais que muito nos honra.
VERSOS DEDICADOS AOS COSTELETAS
AS MINHAS LEMBRANÇAS

Recordo aquela criança
Que um dia com carinho
Pregou ao peito um lacinho
Que traçou o caminho
Aquela rota de d’esp’rança
Um rumo que a vida alcança!

Aquela bata branquinha
Aquele laço de bolas
A distinguir as escolas
Nesta lembrança tão minha
Dum tempo por nós vivido
E jamais será esquecido!

Na ânsia sempre crescente…
Em poentes de ternura…
A criança de alma pura
A nossa alma inocente…
Havia dentro da gente
Tal como a bata a brancura!

Tempo de brincadeira
Que não voltam nunca mais
Serpa Pinto, Tomás Cabreira
A história e seus anais
As lindas historietas
De Bifes e Costeletas!...

Crianças endiabradas…
Recordo querido Valadas
Entre professores antigos
Ah! Tempo de Mocidade!
Hoje resta-nos a Saudade!
Mas seremos sempre Amigos!

FRATERNIDADE! VITALIDADE! SOLIDARIEDADE

Eu queria fazer o mais belo poema
Para dedicar a todos vós
Com a força que vem dentro de nós…
Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Três virtudes do nosso lema
Que a nossa união seja o diadema
A nossa maior coroa de glória…
Da escola, onde nasceu a nossa história
No berço embalador… o nosso emblema!

No berço de amor da mocidade
Por lá passaram para posteridade
Ministros, doutores, poetas e artistas
Professores, escritores e jornalistas
E grandes Homens de Verdade…
A demonstrar, estaremos em unidade
Nesta força que há-de ser continuada
A nossa associação, será perpetuada
Nos caminhos vindouros da Saudade!

Bons tempos serão sempre recordados…
Desde as horas saudosas da brincadeira
Da Escola aos Jardim de Namorados…
A Alameda… um paraíso verdejante…
Pulmão da Escola Tomás Cabreira
A lembrança eterna do estudante!
E neste maravilhoso recordar…
Um mundo de flores a desabrochar
Renascem dentro do meu peito amante!

Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Tudo quanto aprendemos na cultura
Ao que nos fica na nossa alma tão pura
Tudo o que fortifica uma amizade
Tudo o que a criança em embrião
Traz na caixa do seu coração
Onde se acendem laços de ternura
Que a vida se prolonga além da vida
Na criança que é sempre Renascida!

ESCOLA DE FARO, MINHA AMADA!

Escola de Faro!
Saudades da Infância
Parto contigo na ilusão
Escola de Faro
Saudades de ti,
Dum tempo que vivi
Levo contigo o meu coração
Tempos de menina
Tempos de criança!
Os sonhos risonhos, dispersos
Nos meus humildes versos
Também és musa inspiradora
Tu tens a força motora
Que me ensinou a conduzir
Na rota do meu porvir!
Em ti aprendi a viver
A ser alguém
Escola, minha amada
Eu vou de retirada
Mas quero voltar
Quero partir sem te deixar
Escola de filhos e de pais
As horas que vivi são imortais
A lembrança dos meus amigos leais
As folhas duma era que não volta mais
Tu, tens para mim todo o valor
O renascer duma flor!
Foste o meu berço embalador
Esteja onde estiver
Estas na minha lembrança
Nos meus sonhos de Criança
E no meu coração de Mulher!
Serás eternamente recordada!
Escola de Faro minha Amada!






segunda-feira, 22 de junho de 2009

RIO QUE CORRE...

Corre o rio para a foz
Entre margens verdejantes
Há algo dentro de nós
Que nos torna seus amantes
Galgando o desfiladeiro...
Seu caudal é uma benção
Este rio é o mensageiro
É o lindo Rio Gilão
Vem Tavira beijar
Neste beijo de ternura
Na rota do Verbo Amar!

Quem bordou as tuas margens
Desse verde cor d’esp’rança
Que dá beleza às imagens
Que a nossa vista alcança!
Não revelando segredos
Nem os conta à própria ria
Musa dos meus sonhos ledos
És a beleza Algarvia!

DEIXEM O RIO CORRER...

Deixem o rio correr...
Nunca lhe travem a corrida
Ele é força de viver...
Ao ritmo da própria vida!

Deixem fazer sua volta
A correr alegremente....
Deixem o meu rio à solta...
Como vem lá da nascente!

Assim à sua maneira
Deixem-no em liberdade
A cantar p’ra a vida inteira
Este Rio é de Amizade!