domingo, 30 de agosto de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
PRÉMIO INTERNACIONAL DE POESIA
AO POETA QUE AMOU O MAR DA SUA TERRA, TAL COMO EU AMO O MEU MAR
MAR INFINITO, este mar que me rodeia… a toda a hora me persegue
e me leva a rotas indefinidas, horizontes sem limites, porque a minha
poesia é mar, nascida nas ondas, envolta em algas verdes e redes de
corais da minha fantasia… e o sonho faz-me percorrer ao sabor das
marés, no seu vai vai-vem continuo, incessante. As ondas ninguém
as pode segurar, ninguém as detém… e eu vou com elas, por esse
mar infinito, que me abre as portas da alma...

2º PREMIO - POESIA CLÁSSICA - MEDALHA DE PRATAATRIBUIDO PELA ACADEMIA SANTISTA DE LETRAS
CASA DE MARTINS FONTES
SANTOS – SÃO PAULO – BRASIL
PRISIONEIRO DAS ONDAS
O mar foi o teu berço embalador
Aprisionaste as ondas uma a uma
E a poesia rendilhada de espuma
Beijando a linda pauta desse amor!
A carícia que afaga o escritor…
Nesse mar que no peito se avoluma
Tão suave, tão leve… como a pluma
Exalando o perfume duma flor!
Na barca do amor, junto ao convés…
Exalando o perfume das marés,
Erguendo o seu mais nobre pedestal
Quero louvar-te em teu aniversário
Porque do mar fizeste o relicário,
Como esse Mar Poeta és Imortal!
Maria José Fraqueza
sábado, 4 de julho de 2009
BRISAS DO SUL . NOTICIAS
CASA MUSEU DA PROFESSORA MARIA JOSÉ FRAQUEZA.
Simples, fica na Rua Teófilo Braga, na Fuzeta. É um local digno de ser visitado por se tratar de um espaço cultural onde se pode apreciar um pouco do passado artístico de uma mulher, que à cultura dedicou quase toda a sua vida.
Conheci a Maria José Fraqueza na Escola Industrial e Comercial já a fazer Teatro, a cantar o fado e as canções da época. É uma grande senhora que tinha um sonho e já o viu realizado. No imóvel onde nasceu a poetisa, ergue-se agora a casa Museu Maria José Fraqueza.
O espólio cultural que está patente na Casa Museu é de valor enorme e dele constam primeiras edições de obras da proprietária, em prosa e em verso, documentação referente a colecções de concursos literários por si realizados, poemas em caligrafia artística, pinturas a óleo, cassetes e cds de assuntos variados, mas sobretudo conteúdos das marchas populares, teatro, grupo de cantares e muitos outros trabalhos feito pela autora.
De entre os objectos mais significativos que constam na Casa Museu é da maior justiça destacar o guarda-roupa usado como madrinha das marchas populares, além de álbuns fotográficos e diplomas. De futuro, a Casa vai realizar actividades culturais, Poesia e Prosa, concursos literários, exposições, vai ter um espaço de leitura para crianças em idade escolar, indo ao encontro do espírito de cooperação da escritora.. É um espaço aberto a quem o deseje visitar, sem fins lucrativos e, enquanto vida, da responsabilidade da autora.
A Casa Museu é o local onde nasceu a autora, de construção típica algarvia com açoteia e com pequenas divisões, com clarabóia ao centro das abóbadas, um corredor lateral e duas janelas para a rua. Na sala principal estão expostos os troféus da poetisa, como diplomas de várias actividades culturais, telas da autora, exposição de medalhas e prémios diversos e uma mesa onde constam as suas obras individuais e colectivas.
No quarto onde a poetisa nasceu ainda lá está a cama do casamento da avó materna e uma tela da autoria da poetisa. Por toda a casa existem testemunhos artísticos legados pela autora, como pinturas em tela e documentos de poesia em caligrafia artística.
A maior homenagem que se pode prestar a esta escritora e mulher, é dizer que a arte nasceu com ela. Não há problemas de espécie alguma quando se lhe colocam assuntos que sejam da sua área de actuação, nomeadamente, no campo das artes.
Sempre a conheci com a mesma juventude dando tudo de si aos outros. E sempre com um sorriso de vitória, porque a Maria José Fraqueza é uma vencedora. E uma amiga também. A cultura portuguesa agradece a sua dádiva e os inúmeros prémios com que tem sido agraciada, são precioso testemunho da sua grande capacidade artística. Digamos que a Casa Museu é a criação do local ideal e justo, onde toda a sua produção artística foi exposta e pode ser apreciada por todos aqueles que se interessam pela cultura popular ou erudita.
E é por tudo aquilo que tem produzido no campo das artes, que me leva a endereçar-lhe, convictamente, os meus sinceros parabéns e pedir-lhe que continue, por favor..
Viva a arte, outra viva aos artistas e outro viva ainda à Maria José Fraqueza..
Texto de João Brito Sousa
Conheci a Maria José Fraqueza na Escola Industrial e Comercial já a fazer Teatro, a cantar o fado e as canções da época. É uma grande senhora que tinha um sonho e já o viu realizado. No imóvel onde nasceu a poetisa, ergue-se agora a casa Museu Maria José Fraqueza.
O espólio cultural que está patente na Casa Museu é de valor enorme e dele constam primeiras edições de obras da proprietária, em prosa e em verso, documentação referente a colecções de concursos literários por si realizados, poemas em caligrafia artística, pinturas a óleo, cassetes e cds de assuntos variados, mas sobretudo conteúdos das marchas populares, teatro, grupo de cantares e muitos outros trabalhos feito pela autora.
De entre os objectos mais significativos que constam na Casa Museu é da maior justiça destacar o guarda-roupa usado como madrinha das marchas populares, além de álbuns fotográficos e diplomas. De futuro, a Casa vai realizar actividades culturais, Poesia e Prosa, concursos literários, exposições, vai ter um espaço de leitura para crianças em idade escolar, indo ao encontro do espírito de cooperação da escritora.. É um espaço aberto a quem o deseje visitar, sem fins lucrativos e, enquanto vida, da responsabilidade da autora.
A Casa Museu é o local onde nasceu a autora, de construção típica algarvia com açoteia e com pequenas divisões, com clarabóia ao centro das abóbadas, um corredor lateral e duas janelas para a rua. Na sala principal estão expostos os troféus da poetisa, como diplomas de várias actividades culturais, telas da autora, exposição de medalhas e prémios diversos e uma mesa onde constam as suas obras individuais e colectivas.
No quarto onde a poetisa nasceu ainda lá está a cama do casamento da avó materna e uma tela da autoria da poetisa. Por toda a casa existem testemunhos artísticos legados pela autora, como pinturas em tela e documentos de poesia em caligrafia artística.
A maior homenagem que se pode prestar a esta escritora e mulher, é dizer que a arte nasceu com ela. Não há problemas de espécie alguma quando se lhe colocam assuntos que sejam da sua área de actuação, nomeadamente, no campo das artes.
Sempre a conheci com a mesma juventude dando tudo de si aos outros. E sempre com um sorriso de vitória, porque a Maria José Fraqueza é uma vencedora. E uma amiga também. A cultura portuguesa agradece a sua dádiva e os inúmeros prémios com que tem sido agraciada, são precioso testemunho da sua grande capacidade artística. Digamos que a Casa Museu é a criação do local ideal e justo, onde toda a sua produção artística foi exposta e pode ser apreciada por todos aqueles que se interessam pela cultura popular ou erudita.
E é por tudo aquilo que tem produzido no campo das artes, que me leva a endereçar-lhe, convictamente, os meus sinceros parabéns e pedir-lhe que continue, por favor..
Viva a arte, outra viva aos artistas e outro viva ainda à Maria José Fraqueza..
Texto de João Brito Sousa
quinta-feira, 25 de junho de 2009
MARIA JOSÉ FRAQUEZA HOMENAGEADA PELOS COSTELETAS
Dedicatória a todos os costeletas que ainda fazem desta geração uma geração querida
GERAÇÃO DE OURO
Ó linda geração, geração de ouro
De quantas gerações ali vividas…
Ó linda geração, geração de ouro
De quantas gerações ali vividas…
Em que hoje, alguns deles são pelouro
Que enchem de saudade nossas vidas!
Lembrarei toda a vida esse tesouro…
Quantas horas por nós ali sentidas!
Que posso hoje dizer, sem desdouro
Daquelas brincadeiras, das partidas!
Horas da infância! Da mocidade…
Dos mais belos encontros na Cidade
Horas da infância! Da mocidade…
Dos mais belos encontros na Cidade
De horizontes algo limitados…
É tão bom recordá-los nesta hora…
Tão diferente a vida de outrora!
Que nós somos eternos Namorados!
HOMENAGEADOS NA GALA ANUAL DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA
É tão bom recordá-los nesta hora…
Tão diferente a vida de outrora!
Que nós somos eternos Namorados!
HOMENAGEADOS NA GALA ANUAL DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA TOMÁS CABREIRA
No dia 13 de Junho no Forum do Hotel D. Pedro Golf-Vilamoura, realizou-se mais uma gala anual da Associação dos Antigos Alunos da Escola Tomás Cabreira.
Com a sala cheia de associados (os famosos costeletas) vindos de todo o país foram horas de recordações, de um convívio impar onde a amizade nos fortalece, porque na verdade por aquela escola passou na verdade uma geração de ouro.
Foram homenageados os costeletas:
- Desidério Silva - Presidente da Câmara Municipal de Albufeira;
- Francisco Leal - Presidente da Câmara Municipal de Olhão;
- Maria José Fraqueza - Poeta e escritora;
- Vasco Gil Mantas - Professor na Universidade de Coimbra e cientista
Os homenageados no uso da palavra fizeram o seu agradecimento à Associação pela distinção de que foram alvos, tendo salientado os ensinamentos colhidos na sua escola que fizeram deles uma geração que preserva os valores educacionais e morais que muito nos honra.
Com a sala cheia de associados (os famosos costeletas) vindos de todo o país foram horas de recordações, de um convívio impar onde a amizade nos fortalece, porque na verdade por aquela escola passou na verdade uma geração de ouro.
Foram homenageados os costeletas:
- Desidério Silva - Presidente da Câmara Municipal de Albufeira;
- Francisco Leal - Presidente da Câmara Municipal de Olhão;
- Maria José Fraqueza - Poeta e escritora;
- Vasco Gil Mantas - Professor na Universidade de Coimbra e cientista
Os homenageados no uso da palavra fizeram o seu agradecimento à Associação pela distinção de que foram alvos, tendo salientado os ensinamentos colhidos na sua escola que fizeram deles uma geração que preserva os valores educacionais e morais que muito nos honra.
VERSOS DEDICADOS AOS COSTELETAS
AS MINHAS LEMBRANÇAS
Recordo aquela criança
Que um dia com carinho
Pregou ao peito um lacinho
Que traçou o caminho
Aquela rota de d’esp’rança
Um rumo que a vida alcança!
Aquela bata branquinha
Aquele laço de bolas
A distinguir as escolas
Nesta lembrança tão minha
Dum tempo por nós vivido
E jamais será esquecido!
Na ânsia sempre crescente…
Em poentes de ternura…
A criança de alma pura
A nossa alma inocente…
Havia dentro da gente
Tal como a bata a brancura!
Tempo de brincadeira
Que não voltam nunca mais
Serpa Pinto, Tomás Cabreira
A história e seus anais
As lindas historietas
De Bifes e Costeletas!...
Crianças endiabradas…
Recordo querido Valadas
Entre professores antigos
Ah! Tempo de Mocidade!
Hoje resta-nos a Saudade!
Mas seremos sempre Amigos!
FRATERNIDADE! VITALIDADE! SOLIDARIEDADE
Eu queria fazer o mais belo poema
Para dedicar a todos vós
Com a força que vem dentro de nós…
Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Três virtudes do nosso lema
Que a nossa união seja o diadema
A nossa maior coroa de glória…
Da escola, onde nasceu a nossa história
No berço embalador… o nosso emblema!
No berço de amor da mocidade
Por lá passaram para posteridade
Ministros, doutores, poetas e artistas
Professores, escritores e jornalistas
E grandes Homens de Verdade…
A demonstrar, estaremos em unidade
Nesta força que há-de ser continuada
A nossa associação, será perpetuada
Nos caminhos vindouros da Saudade!
Bons tempos serão sempre recordados…
Desde as horas saudosas da brincadeira
Da Escola aos Jardim de Namorados…
A Alameda… um paraíso verdejante…
Pulmão da Escola Tomás Cabreira
A lembrança eterna do estudante!
E neste maravilhoso recordar…
Um mundo de flores a desabrochar
Renascem dentro do meu peito amante!
Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Tudo quanto aprendemos na cultura
Ao que nos fica na nossa alma tão pura
Tudo o que fortifica uma amizade
Tudo o que a criança em embrião
Traz na caixa do seu coração
Onde se acendem laços de ternura
Que a vida se prolonga além da vida
Na criança que é sempre Renascida!
Recordo aquela criança
Que um dia com carinho
Pregou ao peito um lacinho
Que traçou o caminho
Aquela rota de d’esp’rança
Um rumo que a vida alcança!
Aquela bata branquinha
Aquele laço de bolas
A distinguir as escolas
Nesta lembrança tão minha
Dum tempo por nós vivido
E jamais será esquecido!
Na ânsia sempre crescente…
Em poentes de ternura…
A criança de alma pura
A nossa alma inocente…
Havia dentro da gente
Tal como a bata a brancura!
Tempo de brincadeira
Que não voltam nunca mais
Serpa Pinto, Tomás Cabreira
A história e seus anais
As lindas historietas
De Bifes e Costeletas!...
Crianças endiabradas…
Recordo querido Valadas
Entre professores antigos
Ah! Tempo de Mocidade!
Hoje resta-nos a Saudade!
Mas seremos sempre Amigos!
FRATERNIDADE! VITALIDADE! SOLIDARIEDADE
Eu queria fazer o mais belo poema
Para dedicar a todos vós
Com a força que vem dentro de nós…
Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Três virtudes do nosso lema
Que a nossa união seja o diadema
A nossa maior coroa de glória…
Da escola, onde nasceu a nossa história
No berço embalador… o nosso emblema!
No berço de amor da mocidade
Por lá passaram para posteridade
Ministros, doutores, poetas e artistas
Professores, escritores e jornalistas
E grandes Homens de Verdade…
A demonstrar, estaremos em unidade
Nesta força que há-de ser continuada
A nossa associação, será perpetuada
Nos caminhos vindouros da Saudade!
Bons tempos serão sempre recordados…
Desde as horas saudosas da brincadeira
Da Escola aos Jardim de Namorados…
A Alameda… um paraíso verdejante…
Pulmão da Escola Tomás Cabreira
A lembrança eterna do estudante!
E neste maravilhoso recordar…
Um mundo de flores a desabrochar
Renascem dentro do meu peito amante!
Fraternidade! Vitalidade! Solidariedade!
Tudo quanto aprendemos na cultura
Ao que nos fica na nossa alma tão pura
Tudo o que fortifica uma amizade
Tudo o que a criança em embrião
Traz na caixa do seu coração
Onde se acendem laços de ternura
Que a vida se prolonga além da vida
Na criança que é sempre Renascida!
ESCOLA DE FARO, MINHA AMADA!
Escola de Faro!
Saudades da Infância
Parto contigo na ilusão
Escola de Faro
Saudades de ti,
Dum tempo que vivi
Levo contigo o meu coração
Tempos de menina
Tempos de criança!
Os sonhos risonhos, dispersos
Nos meus humildes versos
Também és musa inspiradora
Tu tens a força motora
Que me ensinou a conduzir
Na rota do meu porvir!
Em ti aprendi a viver
A ser alguém
Escola, minha amada
Eu vou de retirada
Mas quero voltar
Quero partir sem te deixar
Escola de filhos e de pais
As horas que vivi são imortais
A lembrança dos meus amigos leais
As folhas duma era que não volta mais
Tu, tens para mim todo o valor
O renascer duma flor!
Foste o meu berço embalador
Esteja onde estiver
Estas na minha lembrança
Nos meus sonhos de Criança
E no meu coração de Mulher!
Serás eternamente recordada!
Escola de Faro minha Amada!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
RIO QUE CORRE...
Corre o rio para a foz
Entre margens verdejantes
Há algo dentro de nós
Que nos torna seus amantes
Galgando o desfiladeiro...
Seu caudal é uma benção
Este rio é o mensageiro
É o lindo Rio Gilão
Vem Tavira beijar
Neste beijo de ternura
Na rota do Verbo Amar!
Quem bordou as tuas margens
Desse verde cor d’esp’rança
Que dá beleza às imagens
Que a nossa vista alcança!
Não revelando segredos
Nem os conta à própria ria
Musa dos meus sonhos ledos
És a beleza Algarvia!
Entre margens verdejantes
Há algo dentro de nós
Que nos torna seus amantes
Galgando o desfiladeiro...
Seu caudal é uma benção
Este rio é o mensageiro
É o lindo Rio Gilão
Vem Tavira beijar
Neste beijo de ternura
Na rota do Verbo Amar!
Quem bordou as tuas margens
Desse verde cor d’esp’rança
Que dá beleza às imagens
Que a nossa vista alcança!
Não revelando segredos
Nem os conta à própria ria
Musa dos meus sonhos ledos
És a beleza Algarvia!
DEIXEM O RIO CORRER...
Deixem o rio correr...
Nunca lhe travem a corrida
Ele é força de viver...
Ao ritmo da própria vida!
Deixem fazer sua volta
A correr alegremente....
Deixem o meu rio à solta...
Como vem lá da nascente!
Assim à sua maneira
Deixem-no em liberdade
A cantar p’ra a vida inteira
Este Rio é de Amizade!
Nunca lhe travem a corrida
Ele é força de viver...
Ao ritmo da própria vida!
Deixem fazer sua volta
A correr alegremente....
Deixem o meu rio à solta...
Como vem lá da nascente!
Assim à sua maneira
Deixem-no em liberdade
A cantar p’ra a vida inteira
Este Rio é de Amizade!
HINO DE AMIZADE
A amizade é um dom
A falsidade é um espinho
Procura pois no caminho
A virtude de ser bom…
A amizade é carinho!
Deitar sementes à terra
À terra dos sentimentos
Uns provocam a guerra
Outros os ressentimentos…
Perdem-se umas no caminho…
Nem sempre se tem produtos
Há raízes de mal daninho…
Nem sempre se colhem frutos!
Não é bom quem não confia
E mau é, quem não venera
É um fruto de valia…
Falsidade, é vã quimera
Tu tens essa regalia,
Dentro do teu coração
Amizade é simpatia…
Que sentes p’lo teu irmão.
A mais bela sementeira
Que se dá sem exigir…
Para se dar a quem queira
Nossa Amizade a florir…
A amizade à distância,
Não desilude quem espera
Quem confia, quem venera
Renasce na nossa infância.
A vida pode parar
A vida deixa saudade
Mas a Amizade sim,
Nunca se aparta de mim
Tem no coração um Altar!
É do Amor a promessa
Da paixão continuadora
Vive e não se confessa
E é tão prometedora!
Na fusão dos sentimentos
Ela nada complica
Assiste a todos os momentos
E no coração nos fica!
Se eu pudesse mandar
Toda a riqueza da Terra
Para os pobres ajudar…
Eu acabava essa guerra.
Guerra de ódio e falsidade
Que domina o mundo inteiro
Minha pobre Humanidade
Sem ter amor verdadeiro!
Dinheiro, cheques, capitais
Numa luta sem igual
As posições sociais…
Não passam dum pedestal!
Não valem esse tesouro!
Em voos de liberdade…
Eu poria em Trono de Ouro
A Verdadeira a Amizade!
A falsidade é um espinho
Procura pois no caminho
A virtude de ser bom…
A amizade é carinho!
Deitar sementes à terra
À terra dos sentimentos
Uns provocam a guerra
Outros os ressentimentos…
Perdem-se umas no caminho…
Nem sempre se tem produtos
Há raízes de mal daninho…
Nem sempre se colhem frutos!
Não é bom quem não confia
E mau é, quem não venera
É um fruto de valia…
Falsidade, é vã quimera
Tu tens essa regalia,
Dentro do teu coração
Amizade é simpatia…
Que sentes p’lo teu irmão.
A mais bela sementeira
Que se dá sem exigir…
Para se dar a quem queira
Nossa Amizade a florir…
A amizade à distância,
Não desilude quem espera
Quem confia, quem venera
Renasce na nossa infância.
A vida pode parar
A vida deixa saudade
Mas a Amizade sim,
Nunca se aparta de mim
Tem no coração um Altar!
É do Amor a promessa
Da paixão continuadora
Vive e não se confessa
E é tão prometedora!
Na fusão dos sentimentos
Ela nada complica
Assiste a todos os momentos
E no coração nos fica!
Se eu pudesse mandar
Toda a riqueza da Terra
Para os pobres ajudar…
Eu acabava essa guerra.
Guerra de ódio e falsidade
Que domina o mundo inteiro
Minha pobre Humanidade
Sem ter amor verdadeiro!
Dinheiro, cheques, capitais
Numa luta sem igual
As posições sociais…
Não passam dum pedestal!
Não valem esse tesouro!
Em voos de liberdade…
Eu poria em Trono de Ouro
A Verdadeira a Amizade!
ONDAS DE BRANCURA
Ondas de ternura beijam minha praia
Vejo ao longe… brancas velas de bonança!
O Sol - astro rei, no poente desmaia…
Surge a noite e nova luz a vista alcança!
E no firmamento a Lua já ensaia…
O brilho dos astros no alem avança….
Manto divinal no lindo céu se espraia
Pulsa o coração travesso de criança
Num espaço astral risonha a Lua Cheia
E a musa lá do alto duma açoteia
De luzes e aromas, mais iluminada
Nos lembra com saudade a velha aldeia
Um céu de Luar! Um sumptuoso manto
Veste o meu Algarve o traje ideal
Há sonhos de magia a cada recanto
Surgem deusas em desfile nupcial!
Espalha-se um véu do mais belo arrendado
Contrastes de luz de brancura infinita
Lembra meu véu saudoso de noivado
Nessa amendoeira branca mais bonita!
Remoçam os troncos da velha rainha
Nas serras, na paisagem ao abandono
Que essa amendoeira por vezes velhinha
Lembra a rainha que perdeu seu trono!
Aqui e acolá … a paisagem extasia
Tons brancos e rosa no seu esplendor
Fazem ressaltar a cor, em harmonia
Um cortejo com suas damas de honor
Orgias de amor na bela paisagem
E a Terra parece sair dum exílio
Da Mãe Natureza a mais bela imagem
A noiva em flor entra em novo idílio
A lembrar a noiva doces em esponsais
Como Primavera em flor mais radiosa
Os rios e fontes enchem seus caudais
Na terra algarvia, sonhos cor de rosa!
Sobre o verde… as pétalas vão cair
Desta musa branca, bela, passageira
Deixem o meu Algarve sempre a florir
Plantem a linda flor de amendoeira!
Vejo ao longe… brancas velas de bonança!
O Sol - astro rei, no poente desmaia…
Surge a noite e nova luz a vista alcança!
E no firmamento a Lua já ensaia…
O brilho dos astros no alem avança….
Manto divinal no lindo céu se espraia
Pulsa o coração travesso de criança
Num espaço astral risonha a Lua Cheia
E a musa lá do alto duma açoteia
De luzes e aromas, mais iluminada
Nos lembra com saudade a velha aldeia
Um céu de Luar! Um sumptuoso manto
Veste o meu Algarve o traje ideal
Há sonhos de magia a cada recanto
Surgem deusas em desfile nupcial!
Espalha-se um véu do mais belo arrendado
Contrastes de luz de brancura infinita
Lembra meu véu saudoso de noivado
Nessa amendoeira branca mais bonita!
Remoçam os troncos da velha rainha
Nas serras, na paisagem ao abandono
Que essa amendoeira por vezes velhinha
Lembra a rainha que perdeu seu trono!
Aqui e acolá … a paisagem extasia
Tons brancos e rosa no seu esplendor
Fazem ressaltar a cor, em harmonia
Um cortejo com suas damas de honor
Orgias de amor na bela paisagem
E a Terra parece sair dum exílio
Da Mãe Natureza a mais bela imagem
A noiva em flor entra em novo idílio
A lembrar a noiva doces em esponsais
Como Primavera em flor mais radiosa
Os rios e fontes enchem seus caudais
Na terra algarvia, sonhos cor de rosa!
Sobre o verde… as pétalas vão cair
Desta musa branca, bela, passageira
Deixem o meu Algarve sempre a florir
Plantem a linda flor de amendoeira!
QUERO PEDIR
Quero pedir às nuvens a frescura
Quero pedir ao Sol, luz e calor
Quero pedir aos homens a ternura
Quero pedir a Paz ao Criador!
Quero pedir aos mares o frescor
Quero pedir às flores colorido
Quero pedir ao astros o fulgor
Quero pedir à folhagem meu vestido
Quero pedir ao oceano os corais
Quero pedir a voz ao vento
Quero pedir à vida irmãos leais
Quero pedir ao mundo os mandamentos!
Quero pedir aos anjos um lugar
Quero pedir à Lua a claridade
Quero pedir a Deus um bom lugar
Quero pedir amor à Humanidade!
Quero pedir ao Sol, luz e calor
Quero pedir aos homens a ternura
Quero pedir a Paz ao Criador!
Quero pedir aos mares o frescor
Quero pedir às flores colorido
Quero pedir ao astros o fulgor
Quero pedir à folhagem meu vestido
Quero pedir ao oceano os corais
Quero pedir a voz ao vento
Quero pedir à vida irmãos leais
Quero pedir ao mundo os mandamentos!
Quero pedir aos anjos um lugar
Quero pedir à Lua a claridade
Quero pedir a Deus um bom lugar
Quero pedir amor à Humanidade!
MENINO DE TODAS AS CORES
Olha a pomba que esvoaça
Naquele lindo pombal...
É como nuvem que passa
Que não escolheu a raça,
Num mundo feito desgraça
O Menino universal.
Olha a criança faminta,
Sofrendo fomes, horrores
Menino, embora eu sinta
Que és a mais bela das flores
O mundo é que te pinta...
Menino de todas as cores!
São papoulas coloridas,
Numa seara sem pão
São dourados como o ouro,
Lindas espigas vestidas
Que guardo como tesouro
Dentro do meu coração!
Menino que Deus te deu
A cor escura do breu
No Universo soberano
No céu há estreals belas
Menino, és uma delas
Ó Meu Menino Africano!
Menino, que pátria a tua?
Se não agarras a Lua...
Nem o Sol com a peneira
Que importa a cor vermelha,
Que à fogueira se assemelha?
És calor duma lareira!
Menino de todas as raças
Menino que tento passas
que a minha alma te enleias
Negro, vermelho, castanho...
Eu pertenço ao teu rebanho,
Tenho teu sangue nas veias!
Naquele lindo pombal...
É como nuvem que passa
Que não escolheu a raça,
Num mundo feito desgraça
O Menino universal.
Olha a criança faminta,
Sofrendo fomes, horrores
Menino, embora eu sinta
Que és a mais bela das flores
O mundo é que te pinta...
Menino de todas as cores!
São papoulas coloridas,
Numa seara sem pão
São dourados como o ouro,
Lindas espigas vestidas
Que guardo como tesouro
Dentro do meu coração!
Menino que Deus te deu
A cor escura do breu
No Universo soberano
No céu há estreals belas
Menino, és uma delas
Ó Meu Menino Africano!
Menino, que pátria a tua?
Se não agarras a Lua...
Nem o Sol com a peneira
Que importa a cor vermelha,
Que à fogueira se assemelha?
És calor duma lareira!
Menino de todas as raças
Menino que tento passas
que a minha alma te enleias
Negro, vermelho, castanho...
Eu pertenço ao teu rebanho,
Tenho teu sangue nas veias!
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