segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A POESIA É A VOZ DO SENTIMENTO ARRANCADA AO CORAÇÃO

ESTAS IMAGENS FORAM OBTIDAS PELA REVISTA ALGARVE MAIS NO DECORRER DE UMA ENTREVISTA A MARIA JOSÉ FRAQUEZA, REALIZADA NA SUA CASA MUSEU














segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

ONDA POÉTICA


ONDA POÉTICA é um programa que pode escutar às terças-feiras na Rádio Gilão no horário das 18 às 20 horas, apresentado por Maria José Fraqueza com a colaboração de Brito Dias e de Jorge Ferro Rosa.
O programa tem por objectivo a divulgação de autores e suas obras e descoberta de novos valores, não só na poesia, como na prosa e na música. É um espaço aberto à leitura proporcionando aos radiovintes do exterior a sua participação activa, lendo a sua poesia ou dos seus autores favoritos. Pode também pedir a sua música e cantor favorito.
Tem 13 anos consecutivos de duração. Aconteceu a primeira emissão em 16 de Setembro de 1995. Continua vivo desde a primeira hora.
Para contacto com Rádio Gilão pode fazê-lo através do telefone: 281 - 320240 e através da Net no site: www.radiogilao.sdv.pt


Num dos momentos de "Onda Poética", na emissora local, Rádio Gilão, FM. Maria José Fraqueza, Brito Dias e Aliete Cavaco Penha, Isidoro Cavaco.

Maria José Fraqueza e Jorge Ferro Rosa num dos momentos de "Onda Poética".
O programa "Onda Poética" acontece todas as terças-feiras, das 18:00h às 20:00h, na Emissora Local, Rádio Gilão.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O MEU POEMA DE AMOR


PALAVRAS DE AMOR

As palavras de amor, trago-as comigo
São murmúrios do meu interior
Guardo-as como jóia que bendigo
Num silêncio que não é revelador!

Que dizer em voz alta, não consigo
Embarga-se-me a voz, sai um rumor…
Mas baixinho, quase sempre eu digo
Ao teu ouvido: Eu te amo, meu amor!

Como leve sussurro da minha alma,
Magia duma palavra mais calma…
Proferida no mais terno momento!

O sussurro ganha ritmo musical
Na palavra mais pura, universal
Extraída do mais nobre sentimento!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

DIPLOMA DE MERITO E MEDALHA ATRIBUÍDOS À CASA MUSEU MARIA JOSÉ FRAQUEZA

É mais uma distinção com o Elos Clube de Santos - Cellula Mater do Elismo Mundial confere à Casa-Museu Maria José Fraqueza - Directora Cultural do Elos Clube de Faro

Sou elista e neste elo
De Amizade verdadeira
Faço do Amor o castelo
E da Paz minha Bandeira

(Maria José Fraqueza)




SAUDAÇÃO ÀS BANDEIRAS

Por: Maria José Fraqueza

Bandeira do meu Pais
Ao saudar-te estou feliz
Junto das demais bandeiras
Bem juntinho ao coração
Aceita esta saudação,
Que o Amor não tem fronteiras!

Minha Bandeira famosa
Lembra a alma vitoriosa
Do meu Portugal guerreiro
Nas tuas cores mais garridas
O eco das nossas vidas…
Espalhadas p’lo Mundo Inteiro!

Lembra o sangue derramado
De Portugal no passado.
Com tua esfera armilar
Deste Povo que Além-Mar…
Foi Herói no mar salgado!

Eu te saúdo Bandeira
E à Pátria irmã Brasileira
Com esta salva de palmas
De alma nobre, hospitaleira
Nesta hora derradeira
Presente nas nossas Almas!







quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O MEU NOVO LIVRO DE POESIA

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE POESIA


Será apresentado no dia 13 de Dezembro, pelas 15 horas, no Salão de Festas do Sport Lisboa e Fuseta no decorrer da sessão cultural do XIII Concurso Internacional de Quadras Natalícias - 2008 - uma realização da autora que é Directora da Secção Cultural daquele Clube


terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A MINHA CASA MUSEU

A Governadora Civil - Drª Isilda Gomes no momento do uso da palavra
Foi inaugurada no dia 15 de Novembro pelo que convido os amigos, alunos das escolas a visitar a minha casa, para o que deverão telefonar para o numero 289 - 793286 para marcar a visita. Sejam benvindos!

Porta aberta para ti
A minha casa museu
Nela cresci e vivi
Com o dom que Deus me deu.


terça-feira, 2 de setembro de 2008

ESCREVENDO O MAR

Sou algarvia e vivo à beira-mar. Aqui neste Algarve cheio de Sol e luz, marquei um dia o meu destino numa terra de hjumildade e heróicos pescadores - a Fuzeta. Aldeia piscatória onde decorreu toda a minha infância, que conheceu as agruras do mar salgado e sentiu a melodia das ondas, nas suas batidas ora amenas, ora agrestes. Órfã de pai aos 4 anos de idade, foi o meu avô um humilde pescador que me ensinou que o mar também tinha poesia, tão profunda como os oceanos, tão melódica como o canto das sereias... O mar canta para mim a toda a hora, ora batendo a fúria da invernia, ora batendo numa acalmia moderadora os beijos das ondas. Aqui da minha açoteia eu sinto palpitar o meu mar dentro de mim, quando avisto uma gaivota mensageira, um veleiro distante perdido no horizonte. O mar vive em mim e me rodeia; sinto a brisa, o marulhar das ondas, o canto das musas, o despertar para a vida ouvindo o mar, o mar levantino que me acorda todas as manhãs, que me insulfa a alma de luz e poesia. Nem uma onda na sua rebeldia naquele mar em constante movimento que vai e vem que vai e volta a beijar sofregamente a areia branca e dourada, deixando cristais em ondas rendilhas de espuma. Na crista das ondas me enlaço como frágil batel que avança...
É que este mar que senti desde criança brinca comigo e eu brinco com ele... no despertar dos meus sonhos é sempre o amr que avança dentro do meu ser e lá no fundo extraio as conchas douradas em que escrevi um nome: amor. Abre a minha janela ao mar, as portas da minha alma e ao longe cada veleiro de asas brancas devolve-me anseio de chegada e a poesia me grita do outro lado do mar e escreve a mensagem da saudade.

Nota: foto do meu amigo Jorge Ferro Rosa

quinta-feira, 21 de agosto de 2008