quinta-feira, 27 de novembro de 2008

O MEU NOVO LIVRO DE POESIA

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE POESIA


Será apresentado no dia 13 de Dezembro, pelas 15 horas, no Salão de Festas do Sport Lisboa e Fuseta no decorrer da sessão cultural do XIII Concurso Internacional de Quadras Natalícias - 2008 - uma realização da autora que é Directora da Secção Cultural daquele Clube


terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A MINHA CASA MUSEU

A Governadora Civil - Drª Isilda Gomes no momento do uso da palavra
Foi inaugurada no dia 15 de Novembro pelo que convido os amigos, alunos das escolas a visitar a minha casa, para o que deverão telefonar para o numero 289 - 793286 para marcar a visita. Sejam benvindos!

Porta aberta para ti
A minha casa museu
Nela cresci e vivi
Com o dom que Deus me deu.


terça-feira, 2 de setembro de 2008

ESCREVENDO O MAR

Sou algarvia e vivo à beira-mar. Aqui neste Algarve cheio de Sol e luz, marquei um dia o meu destino numa terra de hjumildade e heróicos pescadores - a Fuzeta. Aldeia piscatória onde decorreu toda a minha infância, que conheceu as agruras do mar salgado e sentiu a melodia das ondas, nas suas batidas ora amenas, ora agrestes. Órfã de pai aos 4 anos de idade, foi o meu avô um humilde pescador que me ensinou que o mar também tinha poesia, tão profunda como os oceanos, tão melódica como o canto das sereias... O mar canta para mim a toda a hora, ora batendo a fúria da invernia, ora batendo numa acalmia moderadora os beijos das ondas. Aqui da minha açoteia eu sinto palpitar o meu mar dentro de mim, quando avisto uma gaivota mensageira, um veleiro distante perdido no horizonte. O mar vive em mim e me rodeia; sinto a brisa, o marulhar das ondas, o canto das musas, o despertar para a vida ouvindo o mar, o mar levantino que me acorda todas as manhãs, que me insulfa a alma de luz e poesia. Nem uma onda na sua rebeldia naquele mar em constante movimento que vai e vem que vai e volta a beijar sofregamente a areia branca e dourada, deixando cristais em ondas rendilhas de espuma. Na crista das ondas me enlaço como frágil batel que avança...
É que este mar que senti desde criança brinca comigo e eu brinco com ele... no despertar dos meus sonhos é sempre o amr que avança dentro do meu ser e lá no fundo extraio as conchas douradas em que escrevi um nome: amor. Abre a minha janela ao mar, as portas da minha alma e ao longe cada veleiro de asas brancas devolve-me anseio de chegada e a poesia me grita do outro lado do mar e escreve a mensagem da saudade.

Nota: foto do meu amigo Jorge Ferro Rosa

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O MEU NOVO LIVRO DE CONTOS

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Não pode ser melhor, são as Histórias e os contos onde te poderás envolver até ao fundo, nas profundezas e recantos da alma... Este é para leres e tornar a ler...
Em breve nas tuas mãos! Este é o meu livro, o novo livro de contos, um exemplar diferente, com prefácio de Jorge Ferro Rosa, autor do Caderno da Alma. Dezenas de páginas com ilustrações e modos de prender o leitor. Até já, porque aqui fica metade de mim, como diz o poema...

Maria José Fraqueza


AUTOR DO PREFÁCIO - JORGE FERRO ROSA
Jorge Ferro Rosa

sábado, 2 de agosto de 2008

A CASA MUSEU DA POETISA MARIA JOSÉ FRAQUEZA

PROJECTO CASA MUSEU

O imóvel onde nasceu a poetisa, passa a designar-se por "Casa-Museu Maria José Fraqueza "
O acervo documental que permanece na Casa-Museu é constituído por livros primeiras edições de obras de sua autoria, outras publicadas em colectâneas portuguesas, brasileiras e italianas onde figuram trabalhos seus em prosa e verso, colectâneas de concursos literários por si organizados, obras prefaciadas pela autora, poemas em caligrafia artística, quadros pinturas a óleo, cassetes e cds de actividades várias organizadas pela própria com preponderância nas marchas populares, recitais, teatro, grupo de cantares, cenários feitos pela autora, etc.
.De entre os objectos pessoais, destaque para o guarda-roupa usado como madrinha das marchas populares, álbum fotográfico e diplomas.
A Casa-Museu Maria José Fraqueza passa a ter actividades culturais ligadas à Poesia e Prosa (contar contos), concursos literários e reuniões científicas e exposições, sendo um espaço de leitura destinado às crianças das escolas, com uma programação regular, indo ao encontro de um espírito aberto que responde às várias facetas da vida e obra da poetisa e escritora. Poderá abrir-se um espaço a filmagens .
A Casa-Museu Maria José Fraqueza, sendo ela a proprietária, enquanto vida, será ela a responsável pela sua manutenção e organização. Será um espaço aberto a quem deseje visitar sem intuito lucrativo. No futuro, serão os filhos a decidir a sua projecção, deixando à autarquia uma colaboração de amizade.

(Projecto para a sua concretização)
Está é a casa onde nasci. Construída em 1899. Moraram os meus avós maternos e meus pais. Pretendi fazer dela um espaço de leitura e estudo da minha obra.

A MINHA CASA MUSEU
É a casa onde nasci
A minha casa museu
Foi nela que eu vivi
E a Poesia aconteceu!...

Quando meus olhos abri
Com a luz que Deus me deu
Minha Mãe logo sorri
Seu olhar resplandeceu!

O choro primeiro poema
Logo tudo aconteceu

Hoje é um diadema
A Minha Casa Museu!

Na minha casa singela
Poderás compreender
Cada poema aguarela
Que recordar e Viver!

Assim para recordar
No dia de amanhã…
Os meus troféus vão ficar
Para sempre um talismã!

Não teria outro lugar
Um cantinho que foi meu
Para um dia recordar
A minha Casa Museu!

A Casa Museu da Poetisa Maria José Fraqueza

A casa que viu nascer a poetisa Maria José Fraqueza, de traçado típico algarvio com açoteia, pequena divisões, que tinham ao centro das abobadas uma clarabóia. Com uma corredor lateral e um sala maior com duas janelas para a rua. A porta era de reixa – actualmente diferente por se ter deteriorado.
Na sala principal estão expostos os troféus da poetisa. Diplomas de várias actividades culturais, telas a óleo pintadas pela autora, uma exposição de medalhas e troféus referentes a prémios e outras actividades. Uma Mesa com as suas obras individuais e colectivas.
No quarto de dormir (onde a poetisa nasceu) a cama do casamento de sua avó materna e por cima uma tela pintada pela Maria José. Em toda a casa podemos apreciar a sua arte para a pintura e documentos em poesia em caligrafia artística.
Em preparação a projecção de vídeos das suas marchas, teatros, recitais.

No interior da casa conservam-se, por vontade expressa da poetisa algumas peças de mobiliário antigo, pertencentes à família.

O Oratório dedicado a Nossa Senhora de Fátima é o seu cantinho precioso de orações.

Este edifício passou a ser propriedade da poetisa, por herança e aquisição da parte pertencente a sua irmã. Com o intuito de a tornar na sua Casa – Museu, providencia a sua decoração, conferindo-lhe o ambiente e aspecto que teve a sua casa berço. A manutenção e conservação é sua propriedade, proporcionando aos amigos e poetas visitas a todos o que quiserem fazer. sem fins lucrativos.



A Mesa com as obras --------- Medalhas e Placas













Os Meus Diplomas -------- -- Os Troféus e Taças


O Oratório e Algumas telas da autora

Salinha de Estar Relíquias da sua avô
O Quarto onde nasceu a poetisa

A Salinha de Estar onde em mesa de honra

estão os pais e avós maternos.

ALGUNS QUADROS E DIPLOMAS PRESENTES NA CASA








OBRA E A VIDA


Maria José Fraqueza, nasceu a 8 de Maio de 1936, na Fuseta. De origens humildes, órfã de pai aos quatro anos de idade foi seu avô e mais tarde o padrinho que influenciaram na sua personalidade. Entra na Escola primária com sete anos de idade e aos 12 anos vai estudar para a Escola Tomás Cabreira. A partir daí canta, recita, participa nas récitas nos grupos de teatro, nas marchas populares. actividades a que mais tarde se dedica intensamente ao longo da sua carreira como professora do ensino secundário. Autora de várias obras de poesia e prosa e organizadora de concursos literários (Jogos Florais).


08.08.2008 - Fuzeta