quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

MARCHA DA LENDA DAS AMENDOEIRAS - 1999

A Marcha das Amendoeiras da autoria de Maria José Fraqueza, pretende lembrar a célebre lenda algarvia da princesa nordica - Gilda. Nesta foto estão as mascotes: a Maria Inês - a Ana, a Cláudia e Cátia.













































MARCHA DAS VINDIMAS - 1996

MARIA JOSÉ FRAQUEZA -MADRINHA DA MARCHA DAS VINDIMAS






























A marcha das Vindimas com letra e música, coreografia e desenhos de Maria José Fraqueza, vem lembrar a época em que na Fuseta se fazia o célebre vinho das Terras da Mana Anica































































terça-feira, 16 de janeiro de 2007

A MARCHA DO CLUBE - SPORT LISBOA E FUSETA - 1997


















A Madrinha da Marcha e autora - Maria José Fraqueza, desfilando com as mascotes: Catarina Farrobinha (sua sobrinha) Daniela Rolão, Pedro Gil e Isabel Martins (os seus netos)













MARCHA - LENDA DO POÇO DA ARTE NOVA -1998




A LENDA DO POÇO DA ARTE NOVA



Marcha realizada em 1998 da autoria de Maria José Fraqueza, autora da letra, coreografia, desenhos dos arcos e do traje e ensaiadora. Pretende recordar uma das famosas lendas fusetenses.


A MOURA DO POÇO









Quando elas iam ao Poço aparecia a Moura encantada





















O grupo coral composto por: Maria José Fraqueza, Catarina e Isabel Martins, Vera Lúcia e Teresa Barros






A Madrinha da Marcha - Maria José Fraqueza com as mascotes da marcha popular








MARCHA DO EURO 2OOO


MARCHA DO EURO 2000 - Uma marcha que actuou nas Festas Populares do concelho de Olhão, da autoria de Maria José Fraqueza (ensaiadora, coreógrafa e autora da letra e dos Arcos e desenho do traje.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

O TEATRO HUMORÍSTICO
















GRUPO DE TEATRO DA SECÇÃO CULTURAL DO SPORT LISBOA E FUSETA

Fundado por Maria José Fraqueza, autora, apresentadora e ensaiadora
Apresentação da peça - número musical.


O burro zurrava todo o dia e quando zurrava... era meio-dia na Fuseta






A canzoada estava toda doente, não havia mãos a medir ...




Esta mulher em vez de um cão tinha um canil
O homem com a vaca louca, estava farto de esperar e entra sem
licença no consultório adentro, a enfermeira não deu conta dele






O RETRATO DA AUTORA

Esta peça foi apresentada em diversos espectáculos teatrais promovidos pelo Inatel - Delegação de Faro.
Retrata cenas passadas num consultório veterinário, onde passam diversos animais, acompanhados dos respectivos donos, cada um com o seu problema, em especial os cães, daí o título da peça - VAMOS ABANHAR A CANZOADA - e também o problema das vacas loucas e do gripe das aves mais recentemente apresentada noutros locais.
























AS MINHAS CANÇÕES

SARA GONÇALVES
O FADO É PORTUGAL

(Esta é a menina que canta a canção cuja voz se ouve no blog )



(Está canção foi vencedora no Festival da Canção do Sul -2004)

Com musica de Domingos Caetano e Letra de Maria José Fraqueza

A LETRA DA CANÇÃO


O fado é sentimento dum amor...
Que exprime uma saudade mais sentida
O fado é sensação de cruel dor
O fado é o destino duma vida


REFRÃO

O fado é português, navegador
A voz de Portugal que foi ouvida
Ultrapassou também o Bojador...
Aqui e além do mar, onda vencida

O fado continua mais soberano

O fado é um rio, um oceano

Como fonte a jorrar em seu caudal
O fado é coração de Portugal!

O fado é a força que há em nós

É lagrima ou sorriso contrafeito

É um grito da alma, a força da nossa voz

É caravela a singrar dentro do peito!

REFRÃO

O
fado é português, navegador
A voz de Portugal que foi ouvida
Ultrapassou também o Bojador...
Aqui e além do mar, onda vencida

O fado continua mais soberano

O fado é um rio, um oceano

Como fonte a jorrar em seu caudal
O fado é coração de Portugal!


O fado é expressão de nostalgia,

Quando a guitarra toca mais plangente

Na força do poema, da poesia

Que vibra na alma docemente!

Maria José Fraqueza


























terça-feira, 2 de janeiro de 2007

O TEATRO E O NATAL - CENAS DA CASA RICA


O TEATRO E O NATAL



ERA ASSIM O NATAL - É uma peça de teatro da autoria de Maria José Fraqueza que inclui cenas do Natal da aldeia festejado na Casa Pobre e na Casa Rica e o Natal do Futuro.
Esta peça percorreu todo o Algarve, num Espectáculo de Teatro Popular promovido pela Delegação do Inatel de Faro.















domingo, 31 de dezembro de 2006

TEATRO POPULAR - AUTOS


AUTO DOS CASAMENTOS À MODA DA FUZETA


Inserida no Livro Histórias da Minha Terra de Maria José Fraqueza
Usos e Costumes: Retrata como eram os pedidos de casamentos na Fuseta antiga.
Interpretado pela Helga, Daniela e Manuela - alunas da Profª Maria José Fraqueza

Antigamente as comadres
Quando os filhos queriam casar
Não respeitavam as vontades
Tomavam as decisões...
Sem os filhos consultar
Faziam por eles as opções
Quando chegavam às idades,
São histórias de pasmar!

E a história começa assim.... e continua!

(a páginas 169 a 175 do Livro Histórias da Minha Terra de Maria José Fraqueza)