
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
O TEATRO HUMORÍSTICO

GRUPO DE TEATRO DA SECÇÃO CULTURAL DO SPORT LISBOA E FUSETA
Fundado por Maria José Fraqueza, autora, apresentadora e ensaiadora
Apresentação da peça - número musical.
O burro zurrava todo o dia e quando zurrava... era meio-dia na Fuseta

Esta peça foi apresentada em diversos espectáculos teatrais promovidos pelo Inatel - Delegação de Faro.
AS MINHAS CANÇÕES
(Está canção foi vencedora no Festival da Canção do Sul -2004)
Com musica de Domingos Caetano e Letra de Maria José Fraqueza
A LETRA DA CANÇÃO
O fado é sentimento dum amor...
Que exprime uma saudade mais sentida
O fado é sensação de cruel dor
O fado é o destino duma vida
REFRÃO
O fado é português, navegador
A voz de Portugal que foi ouvida
Ultrapassou também o Bojador...
Aqui e além do mar, onda vencida
O fado continua mais soberano
O fado é um rio, um oceano
Como fonte a jorrar em seu caudal
O fado é coração de Portugal!
O fado é a força que há em nós
É lagrima ou sorriso contrafeito
É um grito da alma, a força da nossa voz
É caravela a singrar dentro do peito!
REFRÃO
O fado é português, navegador
A voz de Portugal que foi ouvida
Ultrapassou também o Bojador...
Aqui e além do mar, onda vencida
O fado continua mais soberano
O fado é um rio, um oceano
Como fonte a jorrar em seu caudal
O fado é coração de Portugal!
O fado é expressão de nostalgia,
Quando a guitarra toca mais plangente
Na força do poema, da poesia
Que vibra na alma docemente!
Maria José Fraqueza
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
O TEATRO E O NATAL
domingo, 31 de dezembro de 2006
TEATRO POPULAR - AUTOS

Quando os filhos queriam casar
Não respeitavam as vontades
Tomavam as decisões...
Sem os filhos consultar
Faziam por eles as opções
Quando chegavam às idades,
São histórias de pasmar!
E a história começa assim.... e continua!
(a páginas 169 a 175 do Livro Histórias da Minha Terra de Maria José Fraqueza)
TEATRO POPULAR

A IDA AO POÇO

A FALTA DE AGUA E OS MEXERICOS
OS USOS E COSTUMES DA MINHA TERRA TEMPOS ANTIGOS...TEMPOS MODERNOS
Problemas da Falta de Água
Junto destes locais quase sempre se formavam grupos de mulheres que davam à língua, enquanto iam tirando a água a baldes e enchendo as vasilhas (cântaros, tachos, panelas, infusas, quartas, baldes, etc).
Neste tempo a água dos poços era vendida por aguadeiras que a transportavam de mula ou burro, que sobre as cangalhas levavam alguns cântaros de barro, para os locais de consumo (vilas e aldeias). Mais tarde, porque o consumo aumentava, bem como a população, surgiram os carros próprios de aguadeiros que igualmente faziam a distribuição pública da água (a 1$20 por cântaro e $50 por enfusa) dos poços.
Nos anos quarenta/cinquenta, na minha aldeia, ainda conheci alguns poços que eram públicos e outros poços particulares - os das vizinhas - que franqueavam a água às suas conterrâneas. O precioso líquido para a comida e para matar a sede, era apenas fornecido pelo aguadeiro ou pelo o mais famoso Poço da Arte Nova, mais ou menos a 500 metros da povoação. A água fornecida pelo aguadeiro, não chegava para todos os gastos domésticos e nas bichas era sempre um problema! As mulheres sempre muito cuidadosas, ou compravam ao aguadeiro, ou pediam as vizinhas que tinham poços nos quintais, ou iam... pela madrugada... pela linha férrea, até à Arte-Nova ou pela baixa-mar pelo Resinde - a famosa praia da época.
Para as mulheres mais exigentes na limpeza a água nunca chegava...
E onde estava a boa água para pôr os grãos de molho e cozerem mais depressa? E para as ruas... que elas tanto gostava de baldear?
Mal rompia o sol no horizonte... já algumas vinham do poço e outras iam para lá. Com os seus cântaros à cabeça, bilhas de barro, baldes e panelas seguiam para a Arte-Nova em grupos. Nestes
O poço situa-se perto da passagem de nível, ainda hoje existente.Segundo as nossas mulheres, era uma das águas melhores para o consumo.
Logo pela madrugada, batiam às portas das vizinhas e lá seguiam pelo carreirinho estreito, junto à linha-férrea. Eram vê-las decididas, robustas e trabalhadoras. Quando as uvas, começavam a pintar o bago, os caminhos ficavam ainda mais belos. Mas havia que tomar precauções... Isso, sim! Porque nas vinhas estava o vigia - o "vinheiro"(vigia da vinha). Depois... tinham de se entender com o Sr. Regedor, ou até mesmo com o vinhateiro, (proprietário da vinha) quando surgia algum problema. A vigilância era constante...
A Atalaia era um autêntico paraíso. As vinhas e a bela uva negra mole, com que faziam o precioso vinho da Fuseta, faziam a cobiça aos olhos do visitante.
E daqueles meus passeios matinais ficaram estas recordações que o tempo ainda não apagou .
MARCHA DO MUNDIAL 2006



Os arcos ornamentados com o Escudo de Portugal a Bola do Mundial e o emblema da Federação Portuguesa de Futebol
FICHA TÉCNICA
TEMA: “PORTUGAL NO MUNDIAL 2006”
MADRINHA DA MARCHA, ENSAIO, COREOGRAFIA E AUTORA DA LETRA: Profª Maria José Fraqueza
AUTOR DA MÚSICA E CANTOR: Consagrado artista algarvio - Luís Guilherme
PORTA BANDEIRA: Vera de Jesus
PORTA ESCUDO DE PORTUGAL – Anabela Lucas e Valentina
MASCOTES: Carolina Morgado – Maria Inês
MASTRO – BOLA DO MUNDIAL: - Execução de Maria José Fraqueza
DESENHOS DO TRAJE E ARCOS: Maria José Fraqueza
DESENVOLVIMENTO DO TEMA:
A escolha do tema incide sobre a participação de Portugal no Futebol Mundial 2006, e que pretendemos homenagear, dada a importância que o desporto assume no nosso país, neste período que coincide com o calendário das marchas.
As meninas e raparigas das filas laterais, vestem-se de branco, tendo na decoração dos vestidos as cores predominantes das bandeiras representativas dos 32 países que participam no Mundial. As outras raparigas e respectivos pares têm como cor predominante o vermelho por ser a cor da nossa bandeira e do clube que representam.
Todo o vestuário é decorado com o escudo de Portugal. As meninas mais jovens são portadoras das bandeiras de algumas nações, já apuradas, nesta primeira fase do Mundial. Será desenvolvido no esquema a formação de uma simbólica bandeira portuguesa.
Os arcos são decorados bem assim como todo o vestuário com o escudo português e também pela bola do Mundial, símbolo da FIFA e pelo emblema da Federação Portuguesa.
Maria José Fraqueza
Música: Luís Guilherme
Letra: Maria José Fraqueza
TEMA: PORTUGAL NO MUNDIAL 2006
Nossa marcha popular
Traz sempre no coração
Deste Portugal sem par
Que hoje aqui vimos saudar
Equipas desta Nação!
Vamos desejar que vença
A equipa portuguesa.
Portugal tem seus valores,
Talentosos jogadores
Capazes dessa proeza!
REFRÃO
Viva, viva, Portugal!
Viva a nossa Selecção
Viva, viva, Portugal
Vai p’rá frente Campeão!
Viva, viva esta Nação…
No desporto sem rival
Cantemos com emoção
Viva! Viva! Portugal!
Aos jovens mais promissores
Que o futuro seja brilhante
Sejam fiéis seguidores…
Defendam as nossas cores
Que sigam mais adiante!
A nossa equipa afinal,
Que mostre sua grandeza
P’ra combater um rival
Num combate sem igual
Mas com alma portuguesa!
REFRÃO
Viva, viva, Portugal!
Viva a nossa selecção
Viva, viva, Portugal
Vai p’rá frente Campeão
……………………………………………….
Confiantes na vitória
Na procura dum Ideal
Seja página de glória
A fazer parte da história
No Desporto Mundial.
Seja quem for vencedor
Nós aqui vamos saudar
Neste modesto louvor
Ao famoso jogador
Que merece triunfar!
REFRÃO
Viva, viva, Portugal!
Viva a nossa selecção
Viva, viva, Portugal
Vai p’rá frente Campeão
……………………………..
Nesta noite de fogueiras
À beira do Mundial
As nossas moças brejeiras
Elevam mais as bandeiras
Deste nosso Portugal!
Enfeitadas as janelas
Na noite de S. João
Lembram lindas aguarelas
Onde as moçoilas mais belas
Saúdam a Selecção!
REFRÃO
……………………………..
Na maré de sentimento
Capazes duma façanha…
Joguem com garra e alento
Que o vosso grande talento
Façam brilhar na Alemanha!
Aqui fica a nossa esp’rança
P’ra Portugal vencedor
Que nosso amor seja a lança
Com garra, ardor e pujança
Cantemos com mais ardor!
Maria José Fraqueza
AS MINHAS MARCHAS POPULARES

















